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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Religião: O bem ou mal da humanidade?

Tem-se ouvido muito ultimamente de padres pedófilos, desvio de dinheiros provindos de doações de fieis as suas igrejas, e tantos outros atos contraditórios que o “religiosos”(por assim dizer)têm cometido.
Em nosso tempo, crentes da evolução moral e intelectual da humanidade, esses atos espantam.
Mas não deveriam. Analisando a história das religiões, é mais do que comum ações completamente contraditórias as pregadas por estas instituições. Instituição, esta palavra define claramente o que é uma religião, igreja, templo, seja lá o que for, pois estas não passam de instituições como qualquer outra (por ex.: uma empresa) seguida por homens divididos em cargos ou níveis de função e poder. E não devemos esquecer, são guiadas por homens, de carne e osso, como qualquer mortal tendencioso a cometer erros. Então por que nos assustamos ao ver padres a cometerem abusos sexuais entre outras cositas mas??
Por que a “Fé” está tão impregnada e de forma tão persuasiva nas pessoas que a maioria põe os seus lideres religiosos como “homens santos”. Mas nunca foram e nunca serão. E nessa persuasão que as religiões, de um modo geral, se aproveitaram da fragilidade e ignorância dos homens para adquirem poder, dinheiro de uma forma tão óbvia, mas a cegueira é tanta que só os mais “céticos” conseguem perceber.

Há uns tempos atrás, pensava que a religião fosse o mal necessário a humanidade, apesar de todos os seus erros (e foram tantos não é?). Acreditava na necessidade da fé para frear instintos mais primitivos ou incutindo valores morais e espirituais que a maioria das pessoas não buscaria por si próprias, enquanto o homem era/é ignorante sobre o que é moralmente correto, guiados por gente mais evoluída, digamos assim.
Mas, ainda sim quem os guia é humano, demasiadamente humano. E usaram e ainda usam da sua “evolução psicológica”(da persuasão é claro) para controlar e dominar a humanidade em geral. Como sempre fizeram desde a origem das doutrinas religiosas.
E assim, a balança do bem e do mal que a religião tem feito ao homem tem pesado mais ao lado ruim.
Portanto, enquanto existe religião, em forma de instituição, a humanidade estará fada a ignorância, a estupidez, ao fanatismo, e a guerras.

Ao meu entender, o homem deveria seguir apenas uma “religião”, a do respeito e do conhecimento. Tornando-se ciente dos seus atos e responsabilidades, sem necessitar de um sacerdote/guia/deus/etc para lhe incumbir o que deve ser feito, por vontade própria, não porque irá para o inferno ou para o céu. Somente assim o homem estará livre de dogmas, estará evoluído suficiente para vivermos em um mundo melhor. Mas, a humanidade ainda está longe disso. Um dia, quem sabe, chegaremos lá.

Vale a pena ler:
O grande mal da humanidade é a religião.
Religião: um bem ou um mal necessário?
Ignorância: o grande mal da humanidade.
O fanatismo religioso.

5 comentários:

Lucas Duarte disse...

Segue um suplemento, com algumas palavras sinceras e obvias, religião é realmente um estado de espírito primitivo, mas não é ela que é de todo mal não, o que realmente é problemático é a ignorância de seus seguidores, ignorância = falta do saber, da logicalidade, que no caso, é da vida. O homem, foi, é e sempre será religioso, isso é um ato inato, pelo simples fato de não termos certeza do total entendimento, não estamos supridos da ultra-nescessidade da total falta de ignorancia, pois só o tempo que nos dirá. Eu, Lucas Duarte, já esperimentei um pouco de cada religião, por muito tempo vivi longe de religião, e já li e estudei muito, hoje sei, que o problema real é a ignorancia pois hoje sigo uma determinada ideologia, um dogma, que realmente existem N defeitos, zilhoes de idiotices, e o infinito de felicidade, sou evangélico de olhos abertos, sou uma pessoa evoluída, disso eu tenho certeza, resta-me pena dos alienados. lucastroy@gmail.com

Mirella Couto disse...

Bem ou mal a religião é o que impõe limites na sociedade. Imagina: Se você não vai pro inferno pode, matar, roubar, suicidar, etc... Se não tem nada que te pune, você pode tudo. Fora que tem gente que não consegue viver sem algo pra se apoiar, ou seja, vive porque tem um 'deus' que de algum modo tá ali por você.
Claro que dependendo do que fizer, você vai preso, mas não pro inferno. haha

Thailine disse...

Concordo com o que diz que o homem é por si só religioso, e essa religiosidade se dá pela necessidade de dar sentido à vida. Mas nem todos precisam da religião para significar sua vida, não tenho nenhuma crença ou religião, e isso não quer dizer que minha vida não tenha sentido. E a questão do bem ou mal da religião é justamente o como as pessoas "usaram" essa religião. O fanatismo será sempre ruim, e a religião neste caso, só está servindo de argumentos para pessoas ignorantes. Agora se a pessoa não apenas tem "fé", mas pratica essa fé, mesmo que apenas por temer um inferno, e não pela real generosidade, a religião poderia ser encarada como algo positivo. Imagino um mundo melhor sem religião, pois isso obrigaria as pessoas a significar suas vidas de outra forma, não abriria espaço para os fanáticos, e as pessoas boas de verdade, seriam capazes de mudar o mundo, pois poderiam unir forças sem se preocupar se os outros seguem as mesmas doutrinas que elas.

Mirella Couto disse...

Foi o que eu disse: tem gente que não consegue viver sem algo pra se apoiar, ou seja, vive porque tem um 'deus' que de algum modo tá ali por você.
E não acho que o mundo sería melhor sem religião, mas sim que sería melhor sem fanáticos religiosos.

Anônimo disse...

JUSTIÇA A TODOS.
Esta crônica não está de maneira nenhuma se relacionando pejorativamente a nenhuma entidade religiosa
Ela somente terá a incumbência de abrir nossos olhos para as injustiças cometidas por nós seres humanos, principalmente nós cristãos.
Em primeiro lugar, falamos de Jesus Cristo, um homem sábio, muito evoluído e audacioso para sua época. Seus feitos foram extraordinários, seus ensinamentos foram sem duvida muito significativo. Suas parábolas trouxeram mudanças profundas na nossa maneira de viver. Segundo relatos, foram feitos por ele centenas de milagres, isso ninguém discute são fatos reais os quais são relatados no novo testamento. Agora vamos fazer um paralelo, uma comparação entre Jesus e outros homens de grande talento que surgiram na terra. Por exemplo, enquanto Jesus fez centenas de milagres salvando pessoas as beiras da morte ou com grandes dificuldades. Alexandre Fleming salvou milhares, e milhares de seres humanos da morte certa com a descoberta da penicilina. Pessoas com infecções sem esperança de cura passaram a serem salvas, e a penicilina abriu caminho para outros antibióticos os quais continuam salvando seres por todo planeta terra. Podemos falar também de Luiz Pasteur, que através de suas pesquisas descobriu a vacina anti-rábica. Através desta descoberta, milhares e milhares de seres foram salvos da morte certa e muito dolorosa. Enquanto Jesus salvou centenas de paralíticos, Sabin descobriu a vacina contra a paralisia infantil, com isso salvou milhares e milhares de crianças a se tornarem paralíticas. Alem destes há também Osvaldo cruz, Vital Brasil, Robert Koch descobridor do bacilo da tuberculose e muitos outros médicos e cientistas pesquisadores os quais dedicaram suas vidas na luta contra as varias doenças que assolavam nosso planeta.
Há também filósofos, educadores e muitos outros nomes importantes no desenvolvimento intelectual da espécie humana.
Vamos agora, ao porque de toda essa explanação. Está no fato de o nome de Jesus ser amplamente divulgado, não só divulgado, mas vergonhosamente explorado, e estes outros grandes homens também super importantes, seus nomes caíram completamente no esquecimento.
É fácil de entender a mídia não se preocupa em divulgar os nomes destes homens, porque esta divulgação não gera lucros e o capitalismo vive de lucros quanto mais lucro melhor.
Paulo Luiz Mendonça. Autor do livro, Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci.